Preço do milho já subiu 4,5% em fevereiro

Fonte: Canal Rural / via SNA. 


Com estoques menores de milho para as próximas semanas, os compradores do cereal estão, aos poucos, retomando as negociações no mercado interno. Enquanto isso, os produtores rurais seguem retraídos na hora de comercializar o grão, já que esperam preços maiores.

Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a possível redução na oferta do produto é o principal motivo dessa diminuição dos negócios, além de dificuldades logísticas.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção do milho na primeira safra deve atingir a 26.5 milhões de toneladas, com queda de 1,3%. Para a segunda safra, o cenário é um pouco diferente: a estimativa indica produção de 65.1 milhões de toneladas, com alta de 21%.

Este cenário de demanda firme e retração vendedora têm mantido as cotações em alta. Os preços estão em alta na maior parte das regiões brasileiras, exceto no Rio Grande do Sul, onde a safra de verão é mais representativa e a colheita vem ocorrendo de maneira satisfatória.

Além da retração de produtores dos estados de São Paulo e Santa Catarina, produtores do Centro-Oeste, que vinham ofertando volumes maiores até as semanas anteriores, já têm limitado os lotes e aumentado o valor de venda.

Entre os dias 8 e 15 de fevereiro, por exemplo, o indicador Esalq/BM&FBovespa em Campinas (SP) subiu 2,8%, fechando a R$ 41,10 por saca de 60 quilos na sexta-feira, dia 15. No acumulado do mês, a alta é de 4,5%.


Publicado: 20/02/2019 por COOASAVI

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